Conceber a visita completa
Os projetos imersivos são muitas vezes descritos pelo equipamento ou pelo conteúdo que apresentam. Para o visitante, a experiência começa antes: encontrar o local, perceber o que vai acontecer e sentir-se à vontade para participar. Estes momentos moldam a experiência tanto como o ambiente virtual. A chegada e a introdução fazem parte do produto e merecem decisões de conceção próprias.
Pensar no grupo
Uma experiência partilhada inclui mais do que a pessoa que usa o capacete. Alguém pode estar a observar, à espera ou a decidir se participa. Conceba também para essas posições. Dê ao grupo uma noção clara do que está a acontecer e de como funciona a sessão. O objetivo é uma experiência coerente em toda a sala, com um ritmo que as pessoas compreendam sem estudar instruções.
Clarificar o papel de quem recebe
Quem recebe o público liga a experiência digital ao espaço físico. Uma introdução clara, o manuseamento simples do equipamento e uma forma de responder quando alguém quer parar devem fazer parte do formato. A tecnologia deve apoiar esse papel. Quando um sistema é difícil de operar, os visitantes sentem muitas vezes a hesitação, mesmo sem ver a interface.
Escolher a tecnologia a partir da experiência
Comece pelo público, pelo espaço e pelo motivo que leva as pessoas a estar ali. Escolha depois a tecnologia e o conteúdo que servem a experiência. Um grupo empresarial, um aniversário e uma ativação de marca podem partilhar equipamento, mas precisar de ritmos e comunicação diferentes. A nossa abordagem mantém o conteúdo imersivo e a experiência prática que o rodeia na mesma conversa de conceção.
